TESTEMUNHOS de pacientes do Dr. Carlos Pires
 
Recepcionista, 47 anos:

"O Dr. Carlos Pires já me fez várias operações de reconstrução. Aos 28 anos sofri um acidente de viação e fiquei com a cara praticamente destruída. Tive que levar 147 pontos na face e ele recuperou-me. Fiquei muito bem e extremamente agradecida por isso. Na altura, o médico não me pôde mexer nos olhos porque eu tinha imensas cicatrizes nas pálpebras. Mas o ano passado, por causa das cicatrizes, a pálpebra começou a quebrar e ele deu-me um jeitinho na pálpebra e na face. Fiz porque tenho muita confiança neste médico. É honesto. Há anos tinha-lhe pedido que me desse um jeitinho à face e ele tinha-me dito que ainda era muito cedo, que depois dos 45 anos me fazia."

A operação foi com anestesia geral e ficou internada 24 horas. "A cirurgia nas pálpebras não dói nada, à face já dói mais um bocadinho, porque a cara fica inchada e isso incomoda."

Há dois meses fez com o mesmo médico uma abdominoplastia . "A pele da minha barriga estava a ficar flácida e incomodava-me. Fiquei internada três dias só porque tinha que estar numa determinada posição. Sentia-me muito bem. O médico avisa-me sempre de tudo o que vai acontecer e as coisas têm corrido como ele diz. Quanto ao abdómen tirei a cinta a semana passada - quando fez dois meses - e está óptimo."

Conselho: "As pessoas devem fazer tudo para que se sintam bem na sua pele. Eu não me sentia bem, e não tinha medo porque conhecia o médico há muitos anos. Estou eternamente grata ao doutor Carlos Pires porque eu morri naquele acidente, e ele devolveu-me à vida."
 
 

Professora, 51 anos:

"Já tinha sido submetida a uma cirurgia de redução mamária há uns meses com um cirurgião português de uma clínica de Lisboa. Não houve nenhuma complicação pós-operatória, mas a operação deixou-me terríveis deformações e muitas cicatrizes inestéticas. De momento não tenciono revelar o nome do cirurgião que me fez isto, mas senti um grande desgosto. Foi neste estado de espírito que resolvi dirigir-me a uma consulta do Dr. Carlos Pires." O médico observou-a muito meticulosamente e disse-lhe que era possível corrigir todas aquelas cicatrizes e deformações. "Fiquei muito contente, mas um pouco céptica. Com algum tempo de conversa estabeleceu-se uma empatia entre paciente e médico e nasceu em mim uma confiança muito grande. Foi por isso que me sujeitei a ser submetida a uma nova cirurgia."

"Correu bem. Quando me tiraram os pontos vi-me ao espelho e realmente o peito estava perfeitíssimo. O médico fez sempre questão de estar presente em todos os cuidados pós-operatórios, participando mesmo na feitura dos mesmos. Já estou com mais de 20 dias de pós-operatório e continuo a ser acompanhada com o mesmo empenho, a mesma dedicação do primeiro dia. Ele está sempre vigilante e isso transmite uma confiança muito grande."

"O que se passou com o outro médico, é que ele não aceitou ou então não quis dar-me a entender que estava a aceitar o erro ou as deformações feitas por ele. Por isso, depois de algum tempo deixei de lá ir, pois sabia que estas operações precisam de algum tempo para voltar à normalidade. Deixei passar o tempo que normalmente os médicos prescrevem mas continuou tudo na mesma. Eram coisas que já não iam ao lugar, só teriam solução com nova intervenção. Fui então a mais dois ou três médicos e todos foram unânimes em dizer que aquilo já não ia ao lugar."

Conselho: "As cirurgias estéticas de um modo geral contribuem para o nosso bem-estar, para o nosso ego, para a nossa auto-estima, para a nossa auto-confiança e essas são condições sine qua non para estabelecermos uma boa relação com os outros. O nosso bem-estar físico reflecte-se no nosso bem-estar psicológico. No entanto fica aqui um alerta de quem já teve uma amarga experiência: cuidado, por amor de Deus escolham o cirurgião plástico certo."
 
 
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